SIAN.
A sigla eu inventei, mas a doença existe. É a Síndrome do ainda não. Isso pega!!! Uma doença espiritual que tem contaminado jovens, adolescentes e adultos. Verifique se você está com esses sintomas, e arrependa-se, pois é hora de reagir!
Por que muitas pessoas, entre elas adolescentes, que assistem durante anos as atividades da igreja, ainda não estão salvos?
Por que muitos adolecrentes, embora já tenham conhecido a Cristo, dizem que ainda não querem ser batizados?
Por que em todas as igrejas encontram-se adolescentes inativos que dizem que ainda não estão prontos para servir?
Por que a maioria dos adolescentes ainda não participa da ceia do Senhor?
Por que cada vez mais aumenta o número de cristãos que usam a situação econômica do mundo como desculpa para afirmar que ainda não sobrou dinheiro para contribuir com a obra?
Por que as inimizades destroem o povo de Deus ao mesmo tempo em que muitos dizem que ainda não estão dispostos a perdoar ou a pedir perdão?
Por que as coisas de Deus estão sempre ficando pra depois? É hora de mudança! Por que ainda não?
Muitos adolescentes do nosso tempo estão enfermos. O estado é grave. O diagnóstico é antigo, mas pouco conhecido e pouco falado. Eles estão em estado febril. Sofrem da “síndrome do ainda não”.
Honestamente, é muito triste verificarmos que as perguntas acima são fruto das desculpas dos cristãos do século XXI que, na maioria dos casos, estão recebendo respostas insossas daqueles que não querem compromisso, por isso, preferem a omissão para não assumirem o fato de que não estão cumprindo o seu papel.
Diante disso, é preciso tomar posição. Falta-nos humilhação, quebrantamento diante do Senhor, reconhecimento de que pecamos, de que não estamos fazendo tudo que nos cabe, de que precisamos rever nossas prioridades, colocando o Senhor no lugar que é dele, ou seja, acima dos nossos interesses e desculpas pessoais.
Já ouviu falar da perseguição mundial que se deu por causa da reforma protestante? De 1380 a 1393 da era cristã, 230 crentes foram perseguidos e mortos na Alemanha pela inquisição e os seus bens repartidos para as autoridades religiosas. Foi-lhes dada a oportunidade de continuar vivos, bastando-lhes renunciar à fé. Preferiram morrer, pois para eles o viver era Cristo e o morrer era lucro.
Em 1400, muitas mulheres e crianças morreram de frio nos Alpes suíços para onde tiveram de fugir para não negar a fé em Cristo por causa da perseguição da igreja romana. As mães morreram abraçadas às suas crianças pequenas, pois julgaram que melhor era a glória de Cristo do que a glória dos homens.
Por pregar o evangelho na Escócia em 1405, um homem chamado James Resby foi queimado na cidade de Perth e morreu proclamando que não havia salvação em nenhum outro a não ser Cristo.
No século XVI, a ira de Roma se ergueu contra os reformadores e todos quantos não aceitavam as mentiras da religião predominante. Entre 70 a 100 mil crentes foram massacrados por sua fé, porque eram odiados pelos religiosos, e estes, em comemoração, celebraram uma missa de gratidão na igreja de São Marcos em Roma, e em Paris cunharam uma moeda com a inscrição: “Pietas armavit justitiam”, que quer dizer, “a piedade armou a justiça”. Significava dizer que, por zelo às suas doutrinas, Roma fez justiça contra os “hereges”, os quais, para eles, eram todos os que não aceitavam a idolatria da igreja estatal, mas que aceitavam somente a Cristo como Salvador e Senhor
Pensando nesses mártires, ficamos envergonhados ao vermos que os crentes de hoje não querem vestir a camisa do evangelho para não sofrerem nenhum tipo de crítica, ou para continuar praticando as coisas do mundo.
Deus está esperando sua resposta, Ele quer ver você humilde reconhecendo suas fraquezas e entregando-se a Ele de coração. Ele quer que você tenha coragem de assumir seu amor por Ele. Ele quer que você não tenha vergonha de falar do seu compromisso com Ele. Ele deseja que você esteja disposto a sofrer por amor a Ele. Ele quer que você faça a diferença por onde passar.
A exortação do apóstolo é bem cabível aqui: “... já é hora de despertarmos do sono..” Por que ainda não?
por: Sérgio R. Ferreira
...Servir a Deus!!??...Demorô!...Vamo ae!!!
Abração!!!
Que Deus abençoe você!!
Chega Mais!!
Eai...Tá afim de saber o que é viver? Tá afim de conhecer uma galera que sabe o que é viver...pode chegar!!!
terça-feira, 7 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Remake da arca de Noé

Não sei se o texto abaixo é totalmente confiável, pois o recebi por email. Mas de qualquer forma as fotos impressionam. Vale a pena conferir.
Um homem em Schagen, Holanda, costruiu uma réplica (funcional) da Arca de Noé…. exatamente o tamanho como está escrito na Bíblia.
A Arca é 300 côvados (135 metros) de comprimento, 50 côvados (22,5 metros) de largura e 30 côvados (13,5 metros) de altura. Quer dizer: é 2/3 do comprimento dum campo oficial de futebol americano e a altura de um prédio de 3 andares. A Arca tem 3 pavimentos - igual a da Bíblia.
A porta central no lateral da Arca de Noé foi aberta para a primeira visita do povo curioso da cidade para eles poderem ver esta maravilha. Naturalmente é somente uma réplica da Arca da bíblia, construido pelo criador artístico, Johan Huibers, como testemunho de sua fé da verdade literal da Bíblia.
Modelos - tamanhos originais - de girafas, elefantes, leões, crocodilos, zebras, bufalos e outros animais “´saúdam” os visitantes assim que chegam no “vão” principal.
Um construtor/marcineiro profissional, Huibers construiu a Arca de cedro e pinho. Os estudiosos da Bíblia discutem qual teria sido a madeira exata que Noé teria usado.
Huibers fez a maior parte do trabalho com suas próprias mãos, usando ferramentas modernas e com a ajuda ocasional de seu filho, Roy. A construção começou em maio de 2005. No andar de cima - não completamente coberto para o dia da abertura da arca - vai ter um lugar (tipo zoológico) onde crianças podem passar sua mão em ovelhinhas, galinhas, cabritos e um camelo.
Vistantes no primeiro dia ficaram pasmos! “É além da compreensão”, diz Mary Louise Starosciak, que estava de férias, passeando de bicicleta com seu marido, quando de repente viu a Arca enorme aparecer no horizonte.
“Eu conhecia a história de Noé, mas não fazia idéia do tamanho da arca … que seria tão enorme’. Tem espaço suficiente perto da quilha (frente) da arca para um cinema de 50 lugares, onde crianças podem assistir um vídeo da história Bíblica de Noé e a Arca. Huibers, um homem Cristão, diz que ele espera que esse projeto renove o interesse no Cristianismo na Holanda, onde tem caído drasticamente a frequência à igreja nos últimos 50 anos.
terça-feira, 31 de março de 2009
EMO, E-EMA... cada um com seu problema!
por Sérgio R. Ferreira
Andando por aí a gente encontra muita gente estranha. Na minha adolescência eu tinha medo de passar na praça depois de certa hora da noite, pois os punks estavam por ali e botavam banca de cruéis e punham muita gente pra correr. Eram uma mistura de roqueiros, com figuras medievais. E naquele tempo em que ninguém falava em piercing, alguns deles já tinham alfinetes enfiados na barriga, no nariz e outras partes. Carregavam correntes com bolas de aço na ponta e usavam braceletes cheios de rebites, adornados com roupas totalmente rasgadas e de preferência pretas.
Eu já ouvia dizer que nos anos sessenta tinha surgido a moda hippie, e as pessoas pregavam a liberdade, sexo, drogas e rock`n roll.
O que dizer das patricinhas dos anos 80? Também apareceram como uma influente moda jovem, e fazer pose de riquinho era o que dava Ibope. A “burguesada”, como eram chamados, se divertia.
Outro grupo nesta mesma época clamava por uma sociedade alternativa, onde se podia tomar banho de chapéu ou esperar papai Noel. Era um grupo que cantava a plenos pulmões: “Faça o que tu queres pois é tudo da lei”!
Eu cresci, e nunca mais vi um punk na minha frente. Mas ultimamente tenho visto e ouvido falar de uma nova tribo, a qual está invadindo as escolas, as ruas da cidade, e as igrejas. Parece uma nova versão dos punks que eu conhecia. Eles curtem um tipo de rock hardcore, com letras melosas que fazem chorar. Usam franjas grandes, pintam os olhos de preto e fazem questão de expor sua sensibilidade, o que muitas vezes, os leva às lágrimas por qualquer motivo. São chamados de “emos”, uma abreviação da palavra em inglês emotional.
Os adolescentes dos anos 60 reclamavam do autoritarismo dos pais e da repressão à liberdade de expressão. Os jovens do século XXI reclamam da violência e do preconceito. A liberdade que não existia naquele tempo e que era requerida, hoje passou dos limites, fazendo com que doenças sexualmente transmissíveis se proliferem pelo mundo inteiro numa fração de segundo.
Diante de tudo isso, um refrão bem conhecido dos nossos adolescentes, bem poderia ser parafraseado assim: “Emo, e-ma, cada um com seus problemas!
O fato é que todas as gerações tiveram seus problemas emocionais, familiares, sociais, e cada uma manifestava seu protesto da sua maneira. Mas tal comportamento era usado para “camuflar” o verdadeiro problema: o vazio espiritual. Era como se fosse uma fuga da realidade de que havia uma insatisfação dentro de suas almas. O vazio ainda existe, por isso, tribos e mais tribos haverão de surgir, porque o ser humano sente uma imensa necessidade de fazer algo ou seguir alguma ideologia para extravasar o seu “modo de ser”.
Entretanto, a paz interior que eles buscam nos modismos, nas crenças, nos gostos musicais, nos ídolos e nas manias, só pode ser encontrada num só lugar: Em Cristo Jesus. Ele é a nossa paz. Devemos viver para Ele. Isso me faz lembrar dos dizeres do apóstolo Paulo: Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro (Fp 1:21) , e: ... vivo não mas eu, mas Cristo vivo em mim, e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. (Gl 2:20). Eis a única maneira de viver que realmente vale a pena.
Andando por aí a gente encontra muita gente estranha. Na minha adolescência eu tinha medo de passar na praça depois de certa hora da noite, pois os punks estavam por ali e botavam banca de cruéis e punham muita gente pra correr. Eram uma mistura de roqueiros, com figuras medievais. E naquele tempo em que ninguém falava em piercing, alguns deles já tinham alfinetes enfiados na barriga, no nariz e outras partes. Carregavam correntes com bolas de aço na ponta e usavam braceletes cheios de rebites, adornados com roupas totalmente rasgadas e de preferência pretas.
Eu já ouvia dizer que nos anos sessenta tinha surgido a moda hippie, e as pessoas pregavam a liberdade, sexo, drogas e rock`n roll.
O que dizer das patricinhas dos anos 80? Também apareceram como uma influente moda jovem, e fazer pose de riquinho era o que dava Ibope. A “burguesada”, como eram chamados, se divertia.
Outro grupo nesta mesma época clamava por uma sociedade alternativa, onde se podia tomar banho de chapéu ou esperar papai Noel. Era um grupo que cantava a plenos pulmões: “Faça o que tu queres pois é tudo da lei”!
Eu cresci, e nunca mais vi um punk na minha frente. Mas ultimamente tenho visto e ouvido falar de uma nova tribo, a qual está invadindo as escolas, as ruas da cidade, e as igrejas. Parece uma nova versão dos punks que eu conhecia. Eles curtem um tipo de rock hardcore, com letras melosas que fazem chorar. Usam franjas grandes, pintam os olhos de preto e fazem questão de expor sua sensibilidade, o que muitas vezes, os leva às lágrimas por qualquer motivo. São chamados de “emos”, uma abreviação da palavra em inglês emotional.
Os adolescentes dos anos 60 reclamavam do autoritarismo dos pais e da repressão à liberdade de expressão. Os jovens do século XXI reclamam da violência e do preconceito. A liberdade que não existia naquele tempo e que era requerida, hoje passou dos limites, fazendo com que doenças sexualmente transmissíveis se proliferem pelo mundo inteiro numa fração de segundo.
Diante de tudo isso, um refrão bem conhecido dos nossos adolescentes, bem poderia ser parafraseado assim: “Emo, e-ma, cada um com seus problemas!
O fato é que todas as gerações tiveram seus problemas emocionais, familiares, sociais, e cada uma manifestava seu protesto da sua maneira. Mas tal comportamento era usado para “camuflar” o verdadeiro problema: o vazio espiritual. Era como se fosse uma fuga da realidade de que havia uma insatisfação dentro de suas almas. O vazio ainda existe, por isso, tribos e mais tribos haverão de surgir, porque o ser humano sente uma imensa necessidade de fazer algo ou seguir alguma ideologia para extravasar o seu “modo de ser”.
Entretanto, a paz interior que eles buscam nos modismos, nas crenças, nos gostos musicais, nos ídolos e nas manias, só pode ser encontrada num só lugar: Em Cristo Jesus. Ele é a nossa paz. Devemos viver para Ele. Isso me faz lembrar dos dizeres do apóstolo Paulo: Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro (Fp 1:21) , e: ... vivo não mas eu, mas Cristo vivo em mim, e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. (Gl 2:20). Eis a única maneira de viver que realmente vale a pena.
Sexta-Feira as 23 Horas...
Isso mesmo galera!!
Sexta-feira (03/04); temos reunião de oração as 23 horas!
Todos os jovens e Gr´s estão convidados!
Buscai ao Senhor de todo coração!!!
Buscai ao Senhor enquanto se pode achá-lO!
Que o Deus lhes abençoe!
Abração!
Sexta-feira (03/04); temos reunião de oração as 23 horas!
Todos os jovens e Gr´s estão convidados!
Buscai ao Senhor de todo coração!!!
Buscai ao Senhor enquanto se pode achá-lO!
Que o Deus lhes abençoe!
Abração!
sexta-feira, 27 de março de 2009
Você Precisa Escolher
Disse Jesus:"Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.” João 14:6A autoridade definitiva no universo é Jesus...
Ele nos deixa com duas opções.
Aceitá-lo como Deus, ou rejeitá-lo...
Não há terceira alternativa.
Ah, mas nós tentamos criar uma. Suponha que eu faça o mesmo.
Ah, mas nós tentamos criar uma. Suponha que eu faça o mesmo.
Suponha que você tenha me encontrado à margem da estrada.
Eu posso ir para o norte ou para o sul.
Você me pergunta para que lado eu estou indo.
Minha resposta? “Estou indo para o surte”.
Pensando que não me ouviu direito, você me pede para repetir a resposta.
“Estou indo para o surte.
“Estou indo para o surte.
Não consigo escolher entre norte e sul, então estou indo para ambos.
Estou indo para o surte”.
“Você não pode fazer isso”, você responde. “Você precisa escolher”.
“OK”, eu reconheço. “Eu vou para o norul”.
“Norul não é uma opção!” você insiste. “É norte ou sul. Você precisa optar”.
“Você não pode fazer isso”, você responde. “Você precisa escolher”.
“OK”, eu reconheço. “Eu vou para o norul”.
“Norul não é uma opção!” você insiste. “É norte ou sul. Você precisa optar”.
Quando se trata de Cristo, você precisa fazer o mesmo.
Max Lucado.
Que Deus abençoe vocês!!
Galera!!
Só para lembrar, amanhã, sábado (28/03); tem atividade dos Guerreiros!
Das 09:00 - 11:00
Na igreja!
Abração!!
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